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Projeto Bugio monitora áreas de #Indaial e #Blumenau para vigilância da febre amarela.

A preservação e o monitoramento dos primatas é vital para a vigilância da febre amarela. Por serem mais sensíveis aos efeitos da doença, eles permitem que a evolução do vírus seja acompanhada antes de afetar seres humanos. Dessa forma, eles funcionam como vigilantes da saúde pública. Caso um primata morto ou doente seja encontrado, a recomendação é avisar a Vigilância Epidemiológica (3317-2100) ou entrar em contato com o Projeto Bugio (3333-3878). Foto #BlogdoJaime.

Publicado em 10/04/2019 às 10:08


Projeto Bugio monitora áreas de #Indaial e #Blumenau para vigilância da febre amarela.

Foto #BlogdoJaime.

No último sábado, 6 de abril, a equipe do Centro de Pesquisas Biológicas de Indaial – Projeto Bugio, com apoio do Setor de Vigilância Epidemiológica, realizou uma busca ativa por primatas não humanos e mosquitos para a vigilância de febre amarela no Encano, Polaquia e Morro Geisler, em Indaial, além do Morro do Macaco e Morro do Ristow, em Blumenau.

A equipe foi composta por três professores e cinco técnicos da Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb), os médicos veterinários Julio César de Souza Jr., José Eduardo Oliveira Gneiding e Amanda Rezende Peruchi, a biomédica Zelinda Maria Braga Hirano, os biólogos Gustavo Henrique Pereira Gonçalves, Pâmela Schwabe Schmidt e Aline Naíssa Dada e o estudante de Ciências Biológicas Danrley Godoi, e o técnico de Enfermagem da Vigilância Epidemiológica de Indaial, João Ronaldo Duarte dos Santos.

Durante a busca foi possível ouvir localização de grupos de bugios e de saguis, não foi encontrado nenhum primata morto e foram coletados mosquitos para a pesquisa do vírus. A equipe também conversou com moradores locais para coleta de informação e conscientização sobre a vacinação e a relação da febre amarela com os primatas.

A preservação e o monitoramento dos primatas é vital para a vigilância da febre amarela. Por serem mais sensíveis aos efeitos da doença, eles permitem que a evolução do vírus seja acompanhada antes de afetar seres humanos. Dessa forma, eles funcionam como vigilantes da saúde pública. Caso um primata morto ou doente seja encontrado, a recomendação é avisar a Vigilância Epidemiológica (3317-2100) ou entrar em contato com o Projeto Bugio (3333-3878).