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Paulo Miklos leva mais de mil pessoas ao Neumarkt.

Mais de mil pessoas lotaram o Neumarkt nesta quinta-feira à noite para ver Paulo Miklos, que fez um show emocionante em comemoração ao aniversário de 26 anos do shopping. O cantor, compositor, instrumentista e ator apresentou as novas canções do álbum solo ‘A gente mora no Agora’ e relembrou grandes sucessos da sua carreira ao […]

Publicado em 27/09/2019 às 03:59


Foto: Daniel Zimmermann.
Foto: Daniel Zimmermann.
Foto: Daniel Zimmermann.
Foto: Daniel Zimmermann.
Foto: Daniel Zimmermann.
Foto: Daniel Zimmermann.

Mais de mil pessoas lotaram o Neumarkt nesta quinta-feira à noite para ver Paulo Miklos, que fez um show emocionante em comemoração ao aniversário de 26 anos do shopping. O cantor, compositor, instrumentista e ator apresentou as novas canções do álbum solo ‘A gente mora no Agora’ e relembrou grandes sucessos da sua carreira ao lado da banda Titãs, como ‘Sonífera Ilha’, ‘É Preciso Saber Viver’, ‘Isso’, ‘Comida’, ‘Bichos Escrotos’, “Marvin” e “Pra Dizer Adeus’.

Com muita simpatia e bom humor, Paulo conversou com a plateia e contou histórias como a vez que enviou um e-mail inusitado para Erasmo Carlos tentando convencê-lo de gravar uma música para o seu novo álbum, que acabou resultando na canção ‘País elétrico”. Em outro momento do show, ele anunciou com orgulho que acabou de ganhar o Kikito de melhor ator no Festival de Cinema de Gramado pelo filme “O homem cordial”, do diretor brasiliense Iberê Carvalho.

Além da carreira de músico – Paulo Miklos integrou a banda Titãs desde sua primeira formação, em 1982, até a sua saída em 2016 – também atua em produções para a TV e o cinema. Começou a fazer sucesso como ator em 2002, no filme ‘O Invasor’, de Beto Brant, que lhe renderam os prêmios de ator revelação no Festival de Cinema de Brasília e de melhor ator coadjuvante no Festival de Miami. A sua participação mais recente na TV foi em 2019, na novela global ‘O Sétimo Guardião’, no papel do religioso Jurandir. No teatro estreou em 2015, com sucesso de crítica e público, na peça ‘Chet Baker, Apenas um Sopro’.

Foto: Daniel Zimmermann.