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Internado há 57 dias na UTI Covid, paciente toma banho de sol durante vídeo chamada com familiares

O Serviço de Fisioterapia do Hospital Santo Antônio, proporcionou na última terça-feira, 02 de março, um banho de sol para o seu Osni, paciente internado há 57 dias na instituição. Seu Osni, de 69 anos, internado desde o dia 05 de janeiro, saiu do seu leito para tomar um banho de sol na área externa […]

Publicado em 03/03/2021 às 12:30


Foto: Comunicação HSA

O Serviço de Fisioterapia do Hospital Santo Antônio, proporcionou na última terça-feira, 02 de março, um banho de sol para o seu Osni, paciente internado há 57 dias na instituição. Seu Osni, de 69 anos, internado desde o dia 05 de janeiro, saiu do seu leito para tomar um banho de sol na área externa da UTI.

A estrutura comporta uma pequena sacada, que nos permite levar os pacientes para esse local, quando se tem condições clinicas para sair do leito.
Para os profissionais de saúde, a reação do paciente é recompensadora, “um pequeno gesto como esse, transforma a recuperação do paciente, principalmente pela quantidade de dias que eles ficam internados conosco.

Nossa UTI já possui uma estrutura diferenciada, com iluminação natural devido as janelas grandes, sendo perceptível a passagem do dia, mas sair desse ambiente para o “mundo externo” auxilia no processo de recuperação funcional do paciente. ” Relata a fisioterapeuta Talita Costa Luz.

O passeio foi breve, mas a sensação de ver a luz do dia, o céu azul e de ter o vento tocando em seu rosto foram motivo de felicidade para seu Osni.
Durante o passeio, a Psicóloga Hospitalar Maiza Mendes, ligou por meio de vídeo chamada para sua esposa e seus netos, que ficaram extremamente felizes em ver seu Osni e a Paisagem que ele se encontrava.

“Eles são de outra cidade, e durante a chamada fui explicando que ali era o Rio Itajaí, que fica atrás do nosso hospital, seus netos brincaram, mandaram beijos, foi uma verdadeira festa. Depois de tantos dias de internação, essa ação de humanização proporcionou um bem-estar físico e mental indescritível para o paciente”. Finaliza Maiza Mendes, psicóloga hospitalar.

Texto e fotos: Larissa Machado/ Comunicação HSA