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Indaial tem três macacos mortos com suspeita de febre amarela. Vale lembrar que eles não transmitem a doença.

A preservação e o monitoramento dos primatas é vital para a vigilância da febre amarela. Por serem mais sensíveis aos efeitos da doença, eles permitem que a evolução do vírus seja acompanhada antes de afetar seres humanos. Em Indaial, esse trabalho é realizado de forma integrada pela Vigilância Epidemiológica e pelo Projeto Bugio. Somente neste […]

Publicado em 04/02/2020 às 08:15


A preservação e o monitoramento dos primatas é vital para a vigilância da febre amarela. Por serem mais sensíveis aos efeitos da doença, eles permitem que a evolução do vírus seja acompanhada antes de afetar seres humanos. Em Indaial, esse trabalho é realizado de forma integrada pela Vigilância Epidemiológica e pelo Projeto Bugio.

Somente neste início de ano, três macacos foram identificados com suspeita de febre amarela: Encano do Norte, Warnow e Sol. Um deles já foi encontrado morto, os outros dois doentes, mas logo vieram a óbito. No momento aguardamos o resultado das análises para confirmação ou descarte da doença, explica a enfermeira e coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Sabrina de Vargas Souza. Caso um primata morto ou doente seja encontrado, a recomendação é avisar a Vigilância Epidemiológica (3317-2100) ou entrar em contato com o Projeto Bugio (3333-3878).

A coordenadora também explica que a vacina é a forma mais eficaz para evitar a febre amarela. Ela é gratuita e está disponível nas unidades de saúde. Podem ser vacinados os munícipes com idade entre 9 meses a 59 anos. Usuários com mais de 60 anos e doenças autoimunes devem ter autorização médica. Para gestantes está contraindicada a imunização.