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Faema realiza sonho de poetiza e artesã blumenauense.

Maria Lina foi presenteada por educadores ambientais com duas mudas de Grumixama. Um pequeno gesto, mas que vale muito para quem realmente ama a natureza. Na semana passada, a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema) realizou o sonho da poetiza e artesã blumenauense Maria Lina Ferrari Rezende, de 79 anos, moradora da Rua Eça de Queiroz, no bairro Água Verde. Ela foi presenteada por educadores ambientais do órgão com duas mudas de Grumixama, as quais Maria Lina acabou plantando em seu terreno.   Dona Lina, assim carinhosamente chamada por todos, é conhecida pelo seu voluntarismo, dando cursos de trabalhos manuais à comunidade. Foi criada pelo seu avô, no bairro Garcia, onde em seu pomar havia dois pés de Grumixama. Depois que se mudou para a região Leste da cidade, manteve o sonho de ter duas árvores semelhantes às que o avô cultivou por tanto tempo. Ela relembra saudosamente que adorava saborear a fruta, que se parece muito com a cereja. Durante esses anos, Dona Lina cultivou diversas plantas em seu terreno, mas nunca conseguiu um pé de Grumixama. Agora, após tanto tempo, pôde, por meio da Faema, fazer o plantio. “Jamais desista de seus sonhos, um dia eles se realizam”, disse emocionada, durante a visita dos educadores. Foto: Marcelo Martins.

Publicado em 31/07/2018 às 03:55


Faema realiza sonho de poetiza e artesã blumenauense.
Maria Lina foi presenteada por educadores ambientais com duas mudas de Grumixama.

Foto: Marcelo Martins.

Um pequeno gesto, mas que vale muito para quem realmente ama a natureza. Na semana passada, a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema) realizou o sonho da poetiza e artesã blumenauense Maria Lina Ferrari Rezende, de 79 anos, moradora da Rua Eça de Queiroz, no bairro Água Verde. Ela foi presenteada por educadores ambientais do órgão com duas mudas de Grumixama, as quais Maria Lina acabou plantando em seu terreno.

Dona Lina, assim carinhosamente chamada por todos, é conhecida pelo seu voluntarismo, dando cursos de trabalhos manuais à comunidade. Foi criada pelo seu avô, no bairro Garcia, onde em seu pomar havia dois pés de Grumixama. Depois que se mudou para a região Leste da cidade, manteve o sonho de ter duas árvores semelhantes às que o avô cultivou por tanto tempo. Ela relembra saudosamente que adorava saborear a fruta, que se parece muito com a cereja.

Durante esses anos, Dona Lina cultivou diversas plantas em seu terreno, mas nunca conseguiu um pé de Grumixama. Agora, após tanto tempo, pôde, por meio da Faema, fazer o plantio. “Jamais desista de seus sonhos, um dia eles se realizam”, disse emocionada, durante a visita dos educadores.

Compensação Ambiental
O presidente da Faema, Éder Antônio Boron, explica que a doação de mudas por parte da Fundação integra o processo de compensação ambiental, pelo qual a Faema firma termos de compromisso com pessoas físicas e jurídicas para reparar os eventuais crimes de degradação ambiental.

“Porém a etapa mais importante do processo de compensação ambiental é justamente devolver ao meio ambiente a espécie dele retirada, e promover o plantio das mudas recebidas em forma de doação”, explica o presidente.

O cidadão é parte integrante desse processo. Ao promover a devolução da espécie ao solo, como no caso da Dona Lina, o ciclo se completa e todo o trabalho realizado é concluído com sucesso, onde quem ganha é o meio ambiente.

 

Assessora de comunicação: Maribel Gonçalves