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Documentário “Quando as Águas Baixaram” tem exibições até o dia 04 de março.

As apresentações seguem até o dia 04 de março, a partir das 18h30min, no Cine Gracher Havan, e são abertas para a comunidade. Com o objetivo de possibilitar que mais pessoas assistam ao documentário “Quando as Águas Baixaram”, a Primer Fimes disponibilizou novas apresentações do documentário, até o dia 04 de março, no Cine Gracher […]

Publicado em 02/03/2020 às 02:16


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

As apresentações seguem até o dia 04 de março, a partir das 18h30min, no Cine Gracher Havan, e são abertas para a comunidade.

Com o objetivo de possibilitar que mais pessoas assistam ao documentário “Quando as Águas Baixaram”, a Primer Fimes disponibilizou novas apresentações do documentário, até o dia 04 de março, no Cine Gracher Havan. A entrada é um quilo de alimento não-perecível. O documentário foi lançado no ano passado e conta a história da enchente de 1984, com depoimentos de pessoas que enfrentaram esse desastre da natureza. No dia 04, haverá uma exibição em Libras, com a participação da Associação de Surdos de Brusque (Asbru).

A década de 80 marcou o Estado de Santa Catarina, principalmente o Vale do Itajaí, e, mais especificamente, a cidade de Brusque. Em 1984, o município enfrentou uma das piores enchentes da sua existência. A última e mais difícil havia sido em 1880, quando atingiu até o sótão do Clube de Caça e Tiro Araújo. Já se passaram 36 anos desde a de 1984 e, para não deixar a história morrer, a Prime Filmes, por meio da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura e Ministério da Cidadania, produziu, no ano passado, o documentário.

Com 15 minutos de duração, o documentário resgata e preserva a história de uma das maiores tragédias vividas no Vale do Itajaí. Nesta enchente, mais de 20 mil (na época, 42,9%da população) pessoas ficaram desabrigadas e um rastro de lama e destruição foi deixado pela força das águas do rio Itajaí-Mirim.

O roteirista do documentário e jornalista com vasta experiência nos veículos de comunicação de Brusque, Saulo Adami, conta que, na época, morava no Arraial dos Cunha, em Itajaí, mas trabalhava em Brusque e, mesmo sendo experiente, ficou chocado com tudo que viu. “A enchente é muito democrática e não tem classe social, atingiu todo tipo de casa e, inclusive, indústrias e o comércio em geral. O que tornou tudo mais devastador”, lembra.

Fotos: Divulgação.