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Corpo de Bombeiros trabalha mais de 10 horas para resgatar homem soterrado em Canoinhas.

Bombeiros Militares e Comunitários de Canoinhas, Três Barras e  Major Vieira, com suporte do Serviço Móvel de Urgência (Samu), trabalharam por mais de 10 horas para resgatar um homem de 45 anos, totalmente soterrado em uma vala de 3,5 metros de profundidade, na tarde de quarta-feira, 24, em Canoinhas. “O chamado foi por volta das […]

Publicado em 26/07/2019 às 11:08


Foto: Divulgação / CBMSC

Bombeiros Militares e Comunitários de Canoinhas, Três Barras e  Major Vieira, com suporte do Serviço Móvel de Urgência (Samu), trabalharam por mais de 10 horas para resgatar um homem de 45 anos, totalmente soterrado em uma vala de 3,5 metros de profundidade, na tarde de quarta-feira, 24, em Canoinhas.

“O chamado foi por volta das 15h30, logo após ter acontecido o acidente e nós chegamos rapidamente ao local”, explicou o capitão BM Clemente Michels, respondendo pelo comando do 9º Batalhão Bombeiro Militar, com sede em Canoinhas.

O homem realizava um serviço de colocação de tubos, quando o barranco próximo ao local desmoronou soterrando-o completamente. Ao chegar ao local, a equipe imediatamente conversou com a vítima, calculando a localização, iniciando a retirada de terra e demais materiais, utilizando máquinas, escoras, tapumes, além do revezamento de diversas equipes de bombeiros, retirando então 1,5 metro de escombros que estavam sobre a cabeça do trabalhador.

Assim que desobstruíram o caminho até o rosto da vítima, foi feita a oxigenoterapia. Os bombeiros também tranquilizaram o homem e continuaram a retirar os escombros. As pedras e a terra que estavam ao redor do corpo foram removidos e, por volta da 00h30, após a aplicação de diversas estratégias para contenção de terra mole com pedras, foi possível chegar aos membros inferiores que estavam presos. A vítima foi resgatada consciente e orientada, após quase 10 horas de trabalho.

O homem foi retirado sem ferimentos graves e encaminhado para a Pronto Atendimento de Canoinhas.

“Este tipo de ocorrência realmente demora, pois deve ser trabalhada com estratégia e cuidado. Para que a vítima saia sem sequelas, é necessário cavar sem pressa. Do solo até a cabeça da vítima eram 2,63 metros e para realizar a retirada nós cavamos mais de 3,5 metros do nível do solo. Com precisão foi possível retirá-lo sem ferimentos graves”, relatou o capitão.

Informações adicionais à imprensa:
Melina Cauduro
Assessoria de Imprensa
Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – CBMSC

Foto: Divulgação / CBMSC