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Confirmada a primeira morte de macaco por Febre Amarela, em Pomerode

Na tarde desta quinta-feira, dia 30 de janeiro, foi confirmado o primeiro óbito de macaco em virtude da Febre Amarela, em Pomerode. O primata foi analisado pelo Instituto Carlos Chagas Fiocruz do Paraná, laboratório de referência para SC.A informação também foi confirmada pela Vigilância Epidemiológica de Pomerode, após contato feito pelo Jornal de Pomerode, na […]

Publicado em 30/01/2020 às 05:30


Foto: Wikimedia Commons

Na tarde desta quinta-feira, dia 30 de janeiro, foi confirmado o primeiro óbito de macaco em virtude da Febre Amarela, em Pomerode. O primata foi analisado pelo Instituto Carlos Chagas Fiocruz do Paraná, laboratório de referência para SC.A informação também foi confirmada pela Vigilância Epidemiológica de Pomerode, após contato feito pelo Jornal de Pomerode, na tarde desta quinta.CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O animal foi encontrado no bairro de Testo Central. Agora, a recomendação da Vigilância Epidemiológica de Pomerode é de aplicar a vacina em quem ainda não foi aos Postos de Saúde procurar a dose, para que a imunização possa se concretizar.

“Para fazer a vacinação, basta ir aos Postos de Saúde do seu bairro e levar consigo a carteirinha de vacinação, de preferência. Com o alerta das possíveis mortes desses macacos, é de extrema importância estar vacinado e ficar imune à doença”, relata a gerente da Vigilância Epidemiológica de Pomerode, Jaqueline Gustmann.

A partir de semana que vem, os horários dos postos de saúde serão estendidos para atender a população que ainda não aplicou a dose, os mesmos serão divulgados ainda nesta sexta, pela Vigilância. A vacina é dose única e vitalícia para os adultos. Salvo, se a dose foi administrada antes da pessoa ter completado 5 anos, aí ela necessita de uma dose de reforço. Isso é válido também para todas as crianças que receberam a dose antes de completar 5 anos, necessitando de uma dose de reforço. E essa dose de reforço em crianças é aplicada a partir dos 4 anos.

Vale também ressaltar que o macaco não é transmissor da doença, apenas o próprio mosquito.

Foto: Wikimedia Commons