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A FÉ QUE MOVE O TURISMO RELIGIOSO CATARINENSE

Muitas pessoas fazem turismo religioso por motivos de conforto espiritual, para pagar promessas ou para orar por perdão ou salvação. Para outros, essa é uma forma de demonstrar sua devoção a uma fé. O segmento, que é um dos mais fortes do turismo catarinense, sofreu as consequências das medidas de isolamento social adotadas devido à […]

Publicado em 19/10/2020 às 01:07


Muitas pessoas fazem turismo religioso por motivos de conforto espiritual, para pagar promessas ou para orar por perdão ou salvação. Para outros, essa é uma forma de demonstrar sua devoção a uma fé. O segmento, que é um dos mais fortes do turismo catarinense, sofreu as consequências das medidas de isolamento social adotadas devido à pandemia do novo coronavírus, que mudaram completamente a mobilidade humana.

De uma hora para a outra, todas as atividades voltadas a viagens e turismo foram interrompidas. Com o turismo religioso não foi diferente, principalmente depois que os templos, como basílicas e santuários, tiveram de fechar as portas para evitar aglomerações. Muitos desses lugares de peregrinação sustentam toda uma indústria de viagens, transporte e hospedagem.

Assim como o restante da economia, o segmento deve começar a se recuperar nos próximos meses. E a Agência AL preparou um material especial sobre dois reforços de peso que o turismo religioso catarinense deve ganhar com a abertura dos processos de beatificação do Padre Léo, em São João Batista, e do jovem Marcelo Henrique Câmara, o primeiro candidato a santo nascido em Florianópolis. Os dois “servos de Deus” ingressaram no rol dos postulantes a santos da Igreja Católica catarinense durante cerimônias realizadas nos dias 7 e 8 de março deste ano.

Os dois postulantes devem reforçar o turismo religioso catarinense, que tem como principal nome a Santa Paulina, primeira santa brasileira, canonizada em 2002, de Nova Trento. Além de Padre Léo e de Marcelo Câmara, também postulam santidade a menina Albertina Berkenbrock, nascida em Imaruí, beatificada em 2007; o Frei Bruno, de Joaçaba; e o Padre Aloísio Boeing, de Jaraguá do Sul. Albertina já foi beatificada e os dois últimos tiveram os processos de beatificação iniciados em 2013.

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