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Eleitas as melhores cervejas e cervejaria do ano. Pelo terceiro ano consecutivo a Tupiniquim foi eleita a Cervejaria do Ano, por conquistar mais medalhas durante a competição.

Pelo terceiro ano consecutivo a Tupiniquim foi eleita a Cervejaria do Ano, por conquistar mais medalhas durante a competição. A vencedora desbancou a Bodebrow e a Bier Hoff, ambas de Curitiba. A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta terça-feira, dia 7, no Parque Vila Germânica em Blumenau. Na categoria Experimental, que corresponde aos rótulos que ainda não foram lançados no mercado, quem venceu foi a Tupiniquim Funky Framboesa, no estilo Belgian-Style Fruit Lambic. Em segundo lugar ficou a Baden Baden IPA Wood Aged, da Brasil Kirin, e em terceiro a Dubbel Dragon: Honey Revenge, da Seasons. Já na categoria Comercial, dos rótulos que estão no mercado, quem faturou o ouro foi a Colorado Guanabara Wood Aged, da Colorado, no estilo Brazilian Beer com madeira. A prata ficou Morada Gasolina Sour, da Cervejaria Curitiba, e o bronze com a Patillazo, da Zancanaro & Zancanaro. No total foram distribuídas 256 medalhas, sendo 97 de bronze, 90 de prata e 69 de ouro. O Rio Grande do Sul levou o maior número de medalhas, 58 no total. Depois aparecem Santa Catarina, com 51, Paraná, com 47, e São Paulo com 46.

Publicado em 08/03/2017 às 12:33


Eleitas as melhores cervejas e cervejaria do ano. Pelo terceiro ano consecutivo a Tupiniquim foi eleita a Cervejaria do Ano, por conquistar mais medalhas durante a competição.

Foto site Tupuniquim

Na Capital Brasileira da Cerveja quem levou a melhor na noite de premiação do Concurso Brasileiro de Cervejas 2017 foram os gaúchos. Pelo terceiro ano consecutivo a Tupiniquim foi eleita a Cervejaria do Ano, por conquistar mais medalhas durante a competição. A vencedora desbancou a Bodebrow e a Bier Hoff, ambas de Curitiba. A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta terça-feira, dia 7, no Parque Vila Germânica em Blumenau.

 

Na categoria Experimental, que corresponde aos rótulos que ainda não foram lançados no mercado, quem venceu foi a Tupiniquim Funky Framboesa, no estilo Belgian-Style Fruit Lambic. Em segundo lugar ficou a Baden Baden IPA Wood Aged, da Brasil Kirin, e em terceiro a  Dubbel Dragon: Honey Revenge, da  Seasons.

 

Já na categoria Comercial, dos rótulos que estão no mercado, quem faturou o ouro foi a Colorado Guanabara Wood Aged, da Colorado, no estilo Brazilian Beer com madeira. A prata ficou Morada Gasolina Sour, da Cervejaria Curitiba, e o bronze com a Patillazo, da Zancanaro & Zancanaro.

 

No total foram distribuídas 256 medalhas, sendo 97 de bronze, 90 de prata e 69 de ouro. O Rio Grande do Sul levou o maior número de medalhas, 58 no total. Depois aparecem Santa Catarina, com 51, Paraná, com 47, e São Paulo com 46.

 

“Este ano contabilizamos 2.034 inscrições, um recorde de todos as edições. Esse número mostra a relevância e credibilidade do Concurso Brasileiro de Cervejas, que o posicionam como o segundo maior do mundo em número de amostras”, diz o presidente do Parque Vila Germânica e Secretário de Turismo e Lazer, Ricardo Stodieck.

 

O Concurso

Esta é a quinta edição do Concurso Brasileiro de Cervejas, o segundo maior do mundo em quantidade de rótulos inscritos. Ao todo, 2.034 rótulos concorreram, um acréscimo de 38% com relação ao ano passado. Se compararmos aos anos anteriores o crescimento é ainda mais significativo. O número de amostras inscritas passou de 215 (2013), para 414 (2014), 874 (2015), 1.469 (2016) para 2.034 este ano.

 

O número de cervejarias também aumentou significativamente em 2017. Foram 332, um crescimento de 50% se compararmos com a edição de 2016. Com relação às quatro edições anteriores, o número de empresas inscritas passou de 42 em 2013, para 81 (2014), 136 (2015), 222 (2016) para 332 em 2017.

 

Assessor de Comunicação: Felipe Rodrigues